É, não sei.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009 by Nat's
Nath.
Primeiras Brisas
sábado, 13 de dezembro de 2008 by Nat's
Tua existência atormenta minha essência na maior das complexidades, pensamento atordoado, vazio tão relevante que muda minha sintonia com um poder quase estático, o atrito tão querido fica só no mundo de desejos indesejáveis que a mente consegue criar, e caixa dos tormentos se torna uma melhor amiga...
E a balança cria uma sintonia com todos os egos, um vai e vem inconstante que muda a constante agonia sentida, um simples toque te acorda do nada existencial que parecia tão bom, e os duendes vão embora com toda ou qualquer crença que te faz achar que tem um coração. Maldito seja este corpo que engana a tudo com suas convicções, e nem a palavra mais distinta muda o que tem aqui dentro... Um nada em pedaços desiguais que o ser inevitável cria.
Nos sorrisos alheios a infelicidade abriga a maior das invejas, a inveja do querer ter, do querer sentir, e novamente me sinto eu mesma, um complexo de vitaminas estranhas a ciência que morre de rir por dentro e reencontra um eu, dentre tantos é o mais feliz, que tem insônias diárias e adora o ato de rir, de todos e principalmente de si.
Assim a vermelhidão me cobre e os pensamentos flutuam como se fossem palpáveis e o nada vira um nada que simplesmente nunca existiu.
- O que você tem?
- Nada.
- Nada não existe, todos temos algo na essência.
- Nem todos, o vazio é a essência de muitos.
- Então sua essência é o vazio?
- Não, minha essência é o NADA!
- E o que seria o nada?
- Também não sei, só que gosto de você.
Kachak
